Homem dotado de uma memória total e eterna
Microsoft revela desenvolvimentos sobre nova tecnologia de memorização

Livro lançado esta semana.
A proposta do informático é fazer a gravação de tudo aquilo que vive, vê e ouve, uma espécie de arquivação numérica. O arquivo inclui anuários, fotos, documentos, entre outras coisas. Bell está convicto de que estas lembranças em disco poderão, num futuro próximo, constituir uma “e-memória” infalível e eterna, com inúmeras aplicações.
Na passada quarta-feira, o projecto foi finalmente revelado em livro – numa publicação que o investigador lançou e conjunto com o seu cúmplice Jim Gemmell. A obra, que conta com o prefácio de Bill Gates, partilha a experiência e traça as linhas sobre as quais esta tecnologia irá pairar, por volta de 2020. Segundo o livro, cujo título corresponde ao nome do projecto, seremos capazes de gravar tudo: documentos em papel, ‘e-mails’, programas televisivos, radiofónicos, páginas visitadas ‘online’, deslocações (por meio de GPS), etc..
Um simples ‘pin’ poderá gravar tudo aquilo que fazemos, fotografar, filmar, etc. Bell evoca o exemplo de uma máquina fotográfica já existente e capaz: a SenseCam. O grande problema reside em “como organizar os dados?” Os investigadores referem que “memorizar dados é bom, mas localizá-los é melhor”.
Este trabalho de indexação poderá levantar questões jurídicas. Nada nos impede de gravar tudo aquilo que nos diz respeito, mas poderemos fotografar e gravar todas as pessoas que nos rodeiam sem olhar a direitos de imagem? Os autores ainda não conseguem responder sobre este problema. Contudo, antes de tudo, defendem expressamente os benefícios da ‘e-memória’.
A tecnologia aumentará a eficiência laboral, permitirá aprender mais rapidamente e melhor, voltando a determinados temas que tenham ficado menos esclarecidos. No caso da saúde, os informáticos já imaginam a possibilidade de gravar continuamente parâmetros vitais que poderão facilitar diagnósticos, por exemplo.
Um simples ‘pin’ poderá gravar tudo aquilo que fazemos, fotografar, filmar, etc. Bell evoca o exemplo de uma máquina fotográfica já existente e capaz: a SenseCam. O grande problema reside em “como organizar os dados?” Os investigadores referem que “memorizar dados é bom, mas localizá-los é melhor”.
Este trabalho de indexação poderá levantar questões jurídicas. Nada nos impede de gravar tudo aquilo que nos diz respeito, mas poderemos fotografar e gravar todas as pessoas que nos rodeiam sem olhar a direitos de imagem? Os autores ainda não conseguem responder sobre este problema. Contudo, antes de tudo, defendem expressamente os benefícios da ‘e-memória’.
A tecnologia aumentará a eficiência laboral, permitirá aprender mais rapidamente e melhor, voltando a determinados temas que tenham ficado menos esclarecidos. No caso da saúde, os informáticos já imaginam a possibilidade de gravar continuamente parâmetros vitais que poderão facilitar diagnósticos, por exemplo.

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